Do que realmente estamos tratando?

“O homem é um cadáver adiado” (Fernando Pessoa).

Este link (Créditos: Colégio Master “”Oficial””) é referente ao vídeo que teve 2.781.009 visualizações. O que peço não é tarefa fácil, mas tente assistir fazendo uma comparação com a sociedade em que vive atualmente, e quando menciono “sociedade”, quero dizer no amplo sentido. Talvez aquelas lágrimas dos surdos, que “ouvem” (não tenho certeza se ouvem como os ouvintes) pela primeira vez, não seja de alegria por ouvir, mas uma troca de classe social, ou mais que isso, uma troca de lugar entre “deficiente” para “normal”.

Será que a sociedade; os homens evoluíram tanto, ao ponto de fazer o mal aos seres vivos, inclusive à sua própria raça, sem compaixão nenhuma, e diz ser por pura ingenuidade?

Hoje os homens buscam mudar muitas realidades que eles mesmos criaram, por exemplo:

Uma em 4 crianças em zonas de conflito não frequenta escola

ONU exige fim do cerco das cidades Sírias …

E por aí vai…

A escola como espaço para o exercício da criatividade

A epistemologia construtivista, que segundo Piaget possibilita o acontecimento do “reflexionamento e reflexão” para uma formação dos conhecimentos.

ALÉM DOS MUROS DA ESCOLA

A capacidade de criar mora em todos nós. A complexidade do cérebro humano nos permite refletir sobre o que nos toca e transformar o meio em que vivemos; somos capazes de criar soluções inovadoras às questões que nos circundam.  Possuímos uma inteligência criativa, que manifesta-se de forma nítida durante os processos de aprendizagem e pode ser vista, como essência do humano, no comportamento das crianças.

As crianças, em sua relação com o mundo, são extremamente imaginativas. Estão, a todo o momento, criando e recriando. Suas falas e perguntas são instigantes; elas saem do senso comum, pegam os adultos de surpresa, trazem reflexões que só podem existir quando há espaço para se expressar livremente, sem amarras ou julgamentos.

A criança nos ensina que para explorar a capacidade criativa é preciso estar livre de pré-conceitos, respeitar o próprio tempo e estar aberto àquilo que o mundo tem a oferecer. Para criar, precisamos…

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